quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Carretilha Contender GTO Tournament SHI / SHIL - Marine Sports


• Relação de recolhimento: 7.1:1
• Capacidade de linha: 0,30mm - 110m
• Rolamentos: 9 de esferas + 1 de roletes
• Material do chassi e da lateral: alumínio
• Material do carretel: alumínio aliviado
• Manivela com antirreverso infinito
• Guia de linha em titânio
• Sistema de regulagem “ponto a ponto” do aperto do carretel e da fricção
• Freio de arremesso: centrífugo (de 6 pinos) + magnético (com 10 regulagens)
• Peso: 200g
• Lado da manivela: direito ou Esquerda (Selecione no ato da compra)
http://bonzaoarmasepesca.com.br/Carretilha-Contender-GTO- Tournament-SHI-SHIL-Marine-Sports--Pesca--Carretilhas-_cod_513

Encontre peixes em todas as situações

Olá leitores, hoje irei falar sobre o sonar piranha cinco, da humminbird é o produto com melhor custo benéfico da categoria no mercado. ele ainda tem um termômetro que é essencial para a pesca ele é fácil de usar  e de ser conectado
O sonar serve para checar os peixes e os troncos abaixo de nós

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Fases da lua

Olá leitores, hoje eu irei falar sobre a pesca de acordo com as fases da lua.
   
A Lua é um astro que influencia na natureza, na gravidade e até mesmo em nosso estado emocional. A força de sua gravidade interfere no movimento das marés, na agricultura e na pesca. A cada vinte e nove dias e meio, a Lua completa sua órbita em torno de nosso planeta. Durante estes dias notamos que seu brilho e forma variam de quatro maneiras, que são as fases lunares.

As fases da Lua na pesca são consideradas pelos pescadores há muito tempo, lendas e mitos giravam em torno deste assunto. E hoje se sabe que as fases da Lua na pesca são fundamentais para definir quantos peixes serão apanhados ou não, qual o período mais favorável etc.

Pesca na Lua Nova






Nesta fase lunar há pouca luminosidade vinda da Lua e, por esta razão, os peixes costumam se concentrar no fundo do lago, rio ou mar. Por isto este período é considerado neutro para a pesca.





Pesca na Lua Crescente
Neste período a luminosidade da Lua ainda é fraca, fazendo com que alguns peixes subam à superfície, sendo este um período regular para a pesca.
Pesca na Lua Cheia

Esta é a melhor fase da Lua para a pesca, pois durante a Lua Cheia a luminosidade é mais intensa, fazendo com que os peixes subam à superfície, provocando aumento na velocidade do metabolismo dos peixes e aumentando seu apetite. Portanto esta fase da Lua para a pesca dá ótimos resultados!

Pesca na Lua Minguante 
A luminosidade lunar ainda é grande nesta fase, portanto ainda é uma boa fase da Lua para a pesca, já que os peixes continuam atraídos para a superfície durante a Lua Minguante. 

Iscas artificiais sem segredos

Uma grande parte da comunidade de pescadores ainda não utiliza as iscas artificiais como instrumentos de pesca. Alguns pescam tradicionalmente com iscas naturais, na pesca de fundo ou de rodada. Outros praticam o corrico, usando colheres para esse fim. Muitos têm interesse em assimilar as técnicas para praticar essa forma de pesca, mas lhes têm faltado oportunidades, e mesmo alguém que já domine a técnica e os equipamentos, para ajudá-los nesse início.
A pesca com iscas artificiais, também chamada de pesca de arremesso,  é uma forma de pescar que dá ao praticante emoções jamais experimentadas, como ataques sensacionais dos peixes e belas batalhas. Dá também a satisfação de dominar um equipamento a ponto de convencer os predadores de que aquele pedaço de plástico (ou de madeira, ou de metal) é alimento,  e levá-los a atacar as iscas. É grande a lista de peixes que são capturados com iscas artificiais:  Tucunarés, Dourados, Matrinxãs, Traíras, Aruanãs, Cachorras, Bicudas, Piraputangas, Trairões, Piracanjubas, Corvinas, e vários outros, e mesmo os peixes de couro, em determinadas situações.

Pretendemos aqui descrever os tipos de iscas artificiais usadas na pesca de água doce, como forma de dar aos iniciantes  noções de como elas funcionam e como os peixes  são atraídos por elas.


Iscas de Superfície:

Essas iscas são chamadas assim porque seu “trabalho” para atrair os peixes ocorre na superfície ou logo abaixo da superfície da água (sub-superfície).  Essas iscas flutuam, e são utilizadas com recolhimento em velocidade média, com movimentos de ponta de vara  e, em alguns casos, com recolhimento em velocidade variada, conforme a situação de pesca.

Vejamos alguns tipos:

Popper 
-  Popper:   Estas iscas usualmente têm uma boca côncava  que produz  ruídos e a formação de bolhas na  superfície, como se pequenos peixes ou animais como sapos estivessem se alimentando na superfície ou se debatendo em fuga.    São trabalhadas com pequenos toques de ponta de vara enquanto recolhidas.




Zara
-Zara:  Iscas de superfície no formato de um charuto curto, que executam um nado em zigue-zague, muito atraente para os predadores.  São utilizadas em recolhimento contínuo, com pequenos toques de ponta de vara.





 

Helice 

-  Hélice:  Iscas de superfície que têm como característica a existência de uma ou duas hélices, presas na parte traseira ou nas duas extremidades da isca.  Essas hélices provocam ruídos e turbulência na superfície, que atraem os predadores. Devem ser recolhidas com  movimento contínuo, variando a velocidde, ou com pequenos toques de ponta de vara.
 



Stick

- Stick: Estas iscas de superfície têm como particularidade um pequeno peso na sua extremidade, que faz com que a isca flutue na posição vertical e com a cabeça fora dágua,  como um pequeno peixe com dificuldade para respirar. Trabalhadas com pequenos toques de vara, afundam e em seguida voltam à superfície.
 




Iscas de Meia-Água:

Essas iscas são plugs em formato de pequenos peixes, que se diferenciam por possuirem uma pequena barbela na parte inferior da cabeça, cuja função é fazer com que executem um movimento de natação quando puxadas pelo equipamento.  Podem ser flutuantes, afundando quando tracionadas,  ou  podem ter flutuação neutra (suspending) afundando muito lentamente e permanecendo em determinada profundidade quando puxadas.  

 
Outras iscas dessa espécie afundam, como as chamadas “sinking” ou  “count down”, e seu uso se faz contando em intervalos de um segundo até atingirem a profundidade desejada, quando então são tracionadas (cada segundo permite que afundem cerca de 30 centímetros).  As iscas de meia-água são usadas em situações de pesca de sub-superfície até profundidades de 1,5  metro.

Podemos incluir como iscas de meia água as chamadas “rattling”, iscas que ao invés de terem a barbela, têm a testa chanfrada,  e  cujo pitão é localizado nas costas. Estas iscas são muito versáteis, podendo ser trabalhadas em diferentes profundidades, dependendo da velocidade de recolhimento.  Sua ação imita um peixinho nadando freneticamente.

As iscas de meia água são das mais fáceis de serem usadas, pois em sua maioria respondem ao recolhimento contínuo da linha, executando os movimentos de natação que atraem os peixes predadores.
      
Iscas  de  Fundo:

São plugs semelhantes às iscas de meia-água, porém têm barbelas mais longas que fazem com que essas iscas trabalhem a profundidades maiores, podendo chegar a até 4 ou 5 metros.   Podem ser pescadas de arremesso com recolhimento constante, e também  são muito usadas na pesca de corrico.

Colheres,  Spinners  e  Jigs

Colocamos essas iscas  em uma só categoria porque, embora sejam diferentes, têm uma característica em comum:  são iscas metálicas,  ou em sua maior parte feitas de metal, e todas afundam.

As colheres têm esse nome porque quase todas têm um formato côncavo, e quando tracionadas executam um movimento oscilante que é um forte atrativo para os peixes predadores.  São usadas num movimento de recolhimento contínuo. Algumas colheres têm um dispositivo anti-enrosco, que facilita seu uso no meio de pauleiras e vegetação aquática.

Os  spinners são iscas formadas por um pequeno corpo metálico atravessado por um arame de aço rígido, tendo numa extremidade  a garatéia ou anzol,  e na parte superior uma folha metálica que gira quando a isca é puxada, causando reflexos e turbulência na água.  Alguns spinners têm cerdas ou filamentos presos à garatéia, aumentando a atratividade da isca.  São utilizadas num movimento contínuo de recolhimento.

JigsOs  jigs  têm uma cabeça ou corpo de metal presa ao anzol, o qual tem a haste dobrada próximo ao olho, de forma que quando a isca é recolhida, a tendência do anzol é ficar com a ponta virada para cima, evitando os enroscos.  Têm também uma “saia” de penas ou de fios sintéticos, cujo movimento é a atração que provoca os ataques dos peixes.

Companheiros, faltou falar sobre outras iscas artificiais, como as famosas moscas usadas no “fly fishing” ,  que demandam uma técnica especial e exclusiva. Faltou também  falar sobre as iscas  “soft”,  as  “swiming baits”, os “jumping jigs” e as minhocas e criaturas de plástico, mas essas serão motivos para outras escritas...

A modalidade da pesca com mosca

Queridos leitores, hoje falarei um pouco sobre a modalidade da pesca com mosca mundialmente conhecida como "FLY" este tipo de pesca consiste em usar pequenas moscas com a simples intenção de imitar um peixinho, para atrair predadores (Óbvio NE)



















Neste vídeo você ira ver como arremessar este vídeo me foi útil, mas n sou eu que o fez